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Não, não vou contar dessa vez sobre o pedido de namoro, no Skarnaval. Não dessa vez!
Vou contar mesmo é sobre como pedi a mão da Mari em casamento…
É uma coisa que não é nem um pouco fácil. Não que eu não tivesse certeza do que estava fazendo; a certeza de que queria casar com a Mari já estava por aí há anos. O difícil mesmo é o como fazer.
A escolha da aliança não foi o mais difícil. Eu já tinha idéia de como seria mais ou menos. Cerca de um mês antes do pedido, fui lá e comprei. Difícil mesmo é o pedido.
Esse quadrinho aí (pode clicar em cima pra enxergar melhor), salvo os exageiros (se bem que o último seria particularmente surpreendente hahaha), demonstra bem o tamanho do pepino. Me passou na cabeça um monte de jeitos de como fazer, dos mais absurdos aos mais simples, sempre tentando imaginar o que a Mari gostaria mais.
O trauma do pedido em namoro (calma, nós vamos contar hahaha) me fez tirar da cabeça a idéia de fazer um pedido público. Tinha que ser algo particular. O quão particular é o que tinha que ser definido.
Aí então, no dia do aniversário de 23 anos da Mari, no dia 09 de maio de 2007, eu fiz o pedido. Realmente não lembro dos detalhes em torno do grande evento, mas sei que fomos pra casa da Mari, quando ela morava ainda lá na Westphalen.
Levei as alianças na caixinha dentro do bolso da jaqueta, e lá, quando a Mari tava no computador vendo as mensagens de feliz aniversário no orkut, fui até a cozinha, ajeitei do jeito que eu queria e então fui até ela.
Foi difícil, bastante complicado, mas consegui expor o que eu queria. Não foi exatamente do jeito que eu queria – eu fiquei muito nervoso e acho que mais balbuciei que falei hahaha.
Falei que eu tinha certeza daquilo e que eu queria me casar. A Mari já sabia, mas eu precisava oficializar. E cá estamos!
PS: a primeira coisa que a Mari falou depois que eu pedi não foi “sim”; foi “mas tu não ia pedir com o meu pai junto?” Eu não! Imagina se o véio aceita e ela não? Hahahaha…
