Archive for julho, 2008

Depois do pedido de noivado começamos a pensar no casamento. Aonde, como, quanto, quem… são muitas as questões a serem resolvidas….aiaiaiaiai

O Rafa queria que a cerimônia fosse na Igreja das Mercês. Ano passado eu morava na Westphalen, de frente pra Praça Rui Barbosa, e de vez em quando dava uma passadinha ali na Igreja do Bom Jesus. Não deu outra, invoquei que queria casar lá. (Meus pais se casaram lá também, inclusive no mesmo dia que iremos nos casar). O Rafa acabou gostando pelo fato de a igreja também ser da Ordem Franciscana (como a das Mercês). No final das contas acabou sendo melhor, pois a igreja é menor e gastamos metade do que gastaríamos pra decorar a Igreja das Mercês.

A decoração foi ótima pra escolher. Rodei 4 floriculturas “famosinhas” da ceninha casamento de Curitiba. Uma caríssima, outra sem noção que achou que meu pai era meu noivo, outra estilo curitibano frio de se atender e finalmente a Querubim. O dono da Querubim se chama Henrique e ao contrário dos homens que trabalham nesse ramo de casamento, não é gay. Como meus horários e os do Rafa são meio loucos, temos sempre que dar um jeitinho no almoço ou depois das 18:00 pra ver alguma coisa do casamento.

No dia anterior que fecharíamos o contrato da floricultura, o Rafa me liga. (eu estava no trânsito) “Mari, vamos amanhã fechar a floricultura lá no Henrique, tá?”

Temos um amigo que se chama Henrique, que é marido da Jaque. O Henrique tem um amigo que é meio “faz tudo”, que dá um jeito em tudo, trambiqueiro mesmo (risos). Sei lá porque tive um devaneio daqueles do “Doug” ou do “Bobby”, do “Fantástico mundo de Bobby”, lembram?

Imaginei o Rafa comentando quanto gastaríamos com as flores lá na casa do nosso amigo Henrique e ele dizendo que o Pedrinho arrumaria isso pra gente por bem menos. Imaginei o Pedrinho num caminhão trazendo flores sei lá de onde.

Bom, aí o Rafa teve que me lembrar que o Henrique do qual ele falava era o dono da Querubim e não o nosso amigo.

Ah! A data é a primeira coisa que tivemos que decidir, para podermos marcar na igreja. Não tivemos muito o que pensar: dezembro = calor e férias da federal! O dia? Conto no próximo post!